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Maria Rita – Uma guerreira entre nós

publicado em 6 de setembro de 2016

Naturais de São Domingos, no Maranhão, Maria Rita Pereira de Souza e Erika Pereira de Souza vivem há quatro anos no município de Pedra Preta. No momento, um dos locais que mãe e filha mais visitam é Rondonópolis. A rotina agora é essa porque Maria Rita, de 53 anos, está fazendo tratamento para um tumor no pulmão e é acompanhada pela equipe da ala oncológica, mantida pela Apor na Santa Casa. Mesmo com dificuldade para falar e passando por todas as mudanças surgidas com a doença, Mari Rita é uma mulher forte. Há dois anos, também foi diagnosticada com câncer de mama, fez o tratamento com quimioterapia em Rondonópolis, passou pela radioterapia em Cuiabá e, novamente em Rondonópolis, fez cirurgia para a retirada da mama com o Dr. Renato Menegaz.

maria ritaQuando tudo parecia bem, após um longo período enfrentando o câncer, apoiada pela família, Maria Rita teve um problema na vesícula e fez cirurgia para retirar o órgão. Foi nesse período que veio o diagnóstico do pulmão e lá se vão cinco meses, 15 dias de internamento após um procedimento de dreno, início do tratamento com quimioterapia e muitos sintomas, como perda de peso, perda de cabelo e rouquidão.

Quando ficou bem, entre os dois tratamentos, Maria Rita conta que chegou a pesar 57 quilos, mas hoje está com 44. Mesmo comendo relativamente bem, a perda de peso acontece rapidamente, são os efeitos da medicação da quimioterapia. Por falar em comer, mãe e filha estão almoçando na Casa de Apoio da Apor. Sempre que estão em Rondonópolis comem os alimentos preparados com muito carinho pela Maria Gorete, colaboradora da Apor que mora na casa junto com o esposo, Aparecido. Antes, a paciente conta que comiam apenas um lanche e aguardavam o ônibus da Prefeitura para retornar a Pedra Preta.

Apesar de toda dificuldade, Maria Rita e a filha se mostram esperançosas e agradecem o tratamento oferecido em Rondonópolis pela Apor. “Se não fosse o tratamento aqui e em Cuiabá, não teria o que fazer”, fala a filha emocionada. Erika está desempregada, Maria Rita ainda não conseguiu auxílio doença e a família vive com R$ 300,00 por mês, duas cestas básicas recebidas de doação e um pouco de ajuda da família.

A Apor, em nome de todos os voluntários, deseja que Maria Rita se recupere bem e que o câncer não volte nunca mais! A entidade está sempre pronta para ajudar a Maria Rita e todos os pacientes com câncer.

Ajude você também!