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APOR pede apoio do setor produtivo para projeto Plantando Esperança

publicado em 14 de setembro de 2018

O Projeto Plantando Esperança da Associação dos Pacientes Oncológicos de Rondonópolis – APOR segue para a segunda fase com expectativa arrojada: conseguir parceiros suficientes para plantar um total de 400 hectares de soja. Uma iniciativa que evolve produtores, sementeiras e empresas do setor de insumos agrícolas da região.

Cada doador ajuda no setor em que atua. Os produtores entram com o empréstimo da área, as sementeiras com a matéria prima e as empresas de insumos com os produtos usados na lavoura. Mas ainda faltam parceiros para bater a marca prevista para essa segunda fase.

Até agora está confirmada a participação de 30 produtores e 16 sementeiras. Segundo a comissão organizadora do projeto, um total de 307 hectares já está garantido, mas o grupo segue empenhado para alcançar os 400ha e fechar o total de sementes e insumos necessários para começar o plantio. “Estamos trabalhando desde maio, são cerca de 50 pessoas envolvidas no projeto. E pra facilitar a busca por novos parceiros, nós montamos quatro linhas de trabalho, onde cada equipe fica responsável de buscar agricultores, sementes, defensivos e máquinas”, explica Luís Américo, voluntário da Apor.

O grupo tem até o final deste mês para fechar os resultados e custear o plantio da área do ano II, mas ainda dá tempo de participar. Quem se interessar e quiser saber deve entrar em contato com a entidade pelo telefone 66 3023 3200. Qualquer área, qualquer quantidade de sementes, defensivos ou ajuda financeira para custeio do plantio é bem vinda. Lembrando que as doações das empresas podem ser abatidas no Imposto de Renda.

O Projeto
O Projeto Plantando Esperança nasceu em outubro de 2017. Em abril deste ano foram colhidos os primeiros resultados, um total de 237 hectares, convertidos em R$ 813.387,00 mil reais. “Toda a renda arrecadada pelo projeto tem uma conta de destino, que é para a construção de um novo Centro de Diagnóstico da Apor, com mais aparelhos e que poderá atender mais especialidades e pessoas”, concluiu Luis.

Clique aqui para obter mais informações sobre o projeto.